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Bio
Fotógrafo de natureza
Carlos Pontes, a par com a conservação tem na fotografia de fauna selvagem a sua verdadeira paixão. Natural de Ponte da Barca, vila com grande parte da sua área inserida no Parque Nacional Peneda Gerês, permitiu-lhe desde criança, ter um contacto direto e próximo com a natureza. A fotografia é obviamente uma paixão sem discussão, desde muito novo começou a admirar o mundo das máquinas fotográficas e a forma como congelam momentos, mas o autor considera-se acima de tudo um naturalista apaixonado que retrata o mundo natural para sensibilizar, dar a conhecer e naturalmente preservar. Com alguns prémios em concursos de fotografia nacionais e colaborações na revista National Geographic, nos últimos anos tem dedicado mais percentagem de tempo ao video e documentário. Colaborou em imensos documentários de natureza em Portugal e filmes de cinema para o estrangeiro com destaque para Dehesa – el bosque del lince ibérico e outro mais recente para a NHK televisão publica do Japão em colaboração com uma produtora inglesa, um filme sobre as Arribas do Douro e o Parque Nacional Peneda Gerês. Conhecer Carlos Pontes é perceber que o seu “ADN” é marcado pelas serras e os animais, particularmente o lobo- ibérico. Desde muito jovem que vê lobos em estado selvagem mas aos vinte anos, um encontro inesperado e triste com este ser, aguçou a sua curiosidade pela espécie e desde então, nunca mais parou de a documentar.
Biólogo, fotógrafo e videógrafo de vida selvagem
Daniel Santos é um biólogo, fotógrafo e videógrafo de vida selvagem, natural de Gondomar, com uma paixão de longa data pela natureza. Em 2015 terminou a licenciatura em Biologia na Universidade do Porto e em 2017 terminou o mestrado em Biodiversidade, Genética e Evolução pela mesma instituição. Foi durante este período que descobriu na fotografia, uma forma de expressão que rapidamente se tornou uma poderosa extensão do seu fascínio pela natureza. Atualmente, Daniel combina a biologia com a fotografia e o vídeo para contar histórias impactantes sobre o mundo natural. O seu trabalho está profundamente enraizado na conservação, com o objetivo não só de revelar a beleza da natureza, mas também de sensibilizar para os desafios ecológicos que o planeta enfrenta. Seja através de fotografia ou vídeo, procura criar narrativas envolventes que promovam uma ligação mais profunda com o ambiente, dando voz aqueles que não a têm.
Fotógrafo de Natureza
Hugo Amador nasceu e vive atualmente no Porto. Formou-se em Pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto, mas como consequência da sua atividade profissional, enquanto vendedor de equipamentos fotográficos, acabou por encontrar na Fotografia a sua tela e mais tarde, na natureza, a sua inspiração. Através das suas imagens, procura inspirar o próximo e sensibilizar para a importância de preservar o nosso património Natural. A sua presença no mundo da fotografia de Natureza passa pela participação em várias exposições fotográficas, individuais e coletivas, mas também pela presença nos pódios dos principais concursos de fotografia nacionais.
Investigador e fotógrafo de conservação
Nascido em Cáceres, Espanha, Jaime Culebras é investigador e fotógrafo de conservação. É cofundador da Photo Wildlife Tours, uma empresa de ecoturismo que organiza e apoia viagens de natureza e investigação em mais de 10 países. Liderou inúmeras expedições e a sua investigação inclui dezenas de artigos científicos sobre conservação, ecologia, biogeografia, redescoberta de espécies, sistemática e taxonomia, incluindo a descrição de 14 novas espécies de anfíbios. Jaime Culebras tem um interesse especial em justiça social e ambiental, concentrando o seu trabalho fotográfico em espécies e ecossistemas ameaçados. As suas fotografias foram publicadas em diversos livros e revistas, incluindo a National Geographic e a BBC, tendo também ministrado palestras e workshops em vários países. Recebeu mais de 50 prémios internacionais de fotografia e conservação, incluindo World Press Photo, Wildlife Photographer of the Year e GDT European Wildlife Photographer of the Year. Devido ao seu trabalho na conservação da rã-arlequim, foi um dos protagonistas do episódio "Heróis" da popular série sobre natureza Planeta Terra III, narrada por David Attenborough. Também é investigador da Fundação Condor Andino, que trabalha na conservação da biodiversidade equatoriana; consultor de comunicação da Amphibian Survival Alliance, contador de histórias da Re:wild e da Atelopus Survival Initiative, e membro do Explorer Club.
Fotógrafo de natureza
Para Nuno Cabrita, o processo fotográfico é encarado como um escape, como o tempo que lhe é concedido apenas para si, durante o qual, ao seu ritmo, é permitido desligar-se de um mundo que é vivido demasiado depressa. Toda a sua vida foi passada em ambiente urbano, contudo, desde muito novo, lhe tenha sido proporcionado o privilégio de estar em contacto com o mundo natural — fator que, certamente, foi responsável por moldar a forma como o que o rodeia é observado e sentido por si. Os verões em casa dos avós são recordados, quando as árvores eram subidas para que os pássaros fossem observados mais de perto, ou quando os pirilampos eram vistos ao crepúsculo. Primeiro é o sair, o estar lá, observar o que existe e passa, só depois é que vem a fotografia. O processo foi natural e de certa forma inevitável, pois guiado pela curiosidade que nutre pelo meio natural e seus seres, teve a necessidade de os passar a registar. O aspeto estético da imagem é o que mais lhe importa. É apaixonado por capturar todo o espectro do mundo natural que o rodeia. Em vez de se estabelecer num nicho, procura inspiração tanto nas paisagens mais vastas como nos detalhes e animais que as compõem. Dá sempre primazia à luz e à sua qualidade, onde um animal em comunhão com o seu ambiente é o que lhe chama a atenção.
Fotógrafo de vida selvagem
Sascha Fonseca é um fotógrafo de vida selvagem especializado em câmaras DSLR e mirrorless com armadilhas fotográficas para revelar a vida íntima de alguns dos animais mais esquivos do mundo. Nascido na Alemanha, com ascendência portuguesa e atualmente a viver no Dubai, já trabalhou em regiões remotas e exigentes: de África aos Himalaias, da Ásia Central à taiga gelada do Extremo Oriente russo. O seu fascínio pela natureza começou na infância, mas a sua grande oportunidade na fotografia surgiu em 2018, quando começou a utilizar armadilhas fotográficas para fotografar tigres-de-bengala à noite, nos arredores da Reserva de Tigres de Ranthambhore, na Índia. Sascha foi um dos primeiros fotógrafos a utilizar com sucesso armadilhas fotográficas com câmaras DSLR para fotografar tigres-de-bengala selvagens à noite na Índia, e os seus primeiros resultados ajudaram a popularizar esta técnica entre um público mais vasto. É especialmente fascinado por grandes felinos, como leopardos-das-neves e tigres-siberianos, que vivem em ambientes extremos. As suas armadilhas fotográficas permitem captar retratos íntimos e ao nível dos olhos, impossíveis de obter de outra forma. O seu trabalho premiado conquistou reconhecimento internacional. Em 2022, Sascha ganhou o prémio de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano — Prémio Escolha do Público do Museu de História Natural de Londres e o prémio de Fotógrafo de Natureza do Ano — Categoria Mamíferos. Em 2023, tornou-se o primeiro fotógrafo não russo a vencer a Categoria Vida Selvagem na competição anual da Sociedade Geográfica Russa. As suas imagens foram publicadas por importantes órgãos internacionais, incluindo a National Geographic, BBC e GEO, bem como em aclamados livros de conservação, como The New Big 5, Remembering Leopards e Remembering Tigers.
Médica e Fotógrafa de Natureza
Silvia Ribeiro nasceu em Évora. Médica, especialista em Nefrologia exerce funções de Diretora Clínica na Unidade de Hemodiálise da Diaverum de Entrecampos. A sua paixão pela fotografia começou em 2013 com a sua primeira viagem à Tanzânia e ao Quénia. Começou a sua jornada fotográfica com vários workshops, clubes fotográficos, cursos e organizações fotográficas. Durante os últimos 10 anos, sempre que possível, continuou a sua jornada visual explorando essencialmente países de África. É o seu amor pela natureza e vida selvagem, nomeadamente pelas espécies ameaçadas, que a leva a contar histórias que transmitam emoções através da imagem.
Engenheiro, fotógrafo de natureza
Tiago Mateus nasceu em Lisboa em 1981 e vive atualmente em Almada. Formou-se em Engenharia e concluiu um mestrado em Ciência dos Materiais, área na qual trabalha há vários anos em investigação e desenvolvimento. Desde cedo, porém, cultivou uma ligação profunda à natureza, ao mar, à floresta e às paisagens que o rodeavam. Foi dessa relação que surgiu a fotografia, primeiro como forma de registar passeios e caminhadas, e rapidamente como uma paixão que se transformou em vocação artística. Em 2019 iniciou o seu percurso profissional enquanto fotógrafo de natureza, colaborando num projeto de cinema de animação. Nos anos seguintes desenvolveu vários projetos fotográficos pessoais, entre os quais se destacam BRUME, criado nos bosques do Parque Natural de Sintra-Cascais, e Pinus Pinea, dedicado ao pinheiro-manso e às matas atlânticas onde a espécie resiste. Este último projeto deu origem à série fotográfica Carvão, que em 2023 conquistou o primeiro lugar na categoria “Projeto do Ano” dos Natural Landscape Photography Awards. No mesmo ano recebeu também o prémio “Generg – Fotógrafo de Natureza do Ano” no Festival INSITU, distinção que viria a repetir em 2025 ao vencer o grande prémio “Total Energies – Fotógrafo de Natureza do Ano”. Para além da criação artística, Tiago é membro de um coletivo editorial composto por oito fotógrafos portugueses responsáveis pela revista de fotografia, arte e natureza Perspetiva, onde assina a coluna “Natureza a Carvão”, dedicada à fotografia a preto e branco. Divide o seu tempo entre a costa atlântica portuguesa, a cordilheira Cantábrica e as ilhas Canárias, em Espanha, explorando a luz, as emoções e as aventuras que cada paisagem lhe oferece. A sua linguagem visual, muitas vezes monocromática, retrata frequentemente o diálogo entre a natureza e a singularidade das emoções e sensações humanas. Hoje, para além da produção fotográfica, Tiago partilha conhecimento através de workshops e palestras, contribuindo para inspirar outros fotógrafos e reforçar a importância da relação entre arte, natureza e sensibilidade artística.
A Wildstep Productions é uma produtora independente de filmes especializada em história natural e ambiente, fundada em 2014 por Daniel Pinheiro, fotógrafo e realizador. Produz programas documentais, comerciais e científicos, oferecendo todas as fases da produção com entrega final do produto até 6K de resolução. Especializados em comportamento animal, paisagem natural, biodiversidade, imagem aérea com drone, macro, tele-objetivas e timelapse. Trabalhando em conjunto com universidades, cientistas e naturalistas, o seu objetivo é chegar ao grande público conectando arte, ciência e conservação. As suas produções foram emitidas na TV portuguesa (RTP1, RTP2, SIC) e internacionalmente; TVE (Espanha), CCTV (China), Wild Planet (Rússia), HRT (Croácia), Planete+ (Polónia), entre outras, obtendo recordes de audiência no formato História Natural em Portugal. Foram também premiadas em vários festivais de cinema em Portugal. Recentemente, a Wildstep Productions produziu para a RTP1 a série documental de 8 episódios "Portugal, Uma História Natural".
Fotógrafo de Natureza
Gilberto Pereira, natural de Barcelos, cresceu numa pequena aldeia deste concelho. Na sua infância, brincava e passava muito do seu tempo na floresta, o que fez com que a sua paixão pela natureza esteja presente desde sempre. O gosto pela fotografia surge em 2010 com a compra da primeira máquina fotográfica DSLR. Inicialmente fotografando desporto automóvel e também eventos, não tardou a juntar o gosto pela fotografia à paixão pela natureza. Nos anos mais recentes, dedica todo o seu tempo livre exclusivamente a este tipo de fotografia.
A sua grande paixão é a fotografia de natureza. Apesar de se ter doutorado em Biologia e gostar muito da área em que se formou, é o acordar cedo, caminhar num bosque ou no alto de uma montanha, retratando a natureza em momentos que esta partilha com poucos, aquilo que realmente o apaixona. Tudo isto fez com que se dedicasse exclusivamente à fotografia desde 2019. Criou um canal de Youtube onde partilha muitas das suas aventuras e conhecimento. Também ensina fotografia através de vários workshops, expedições e cursos online. Atualmente, dedica-se a fotografar em alguns dos locais que mais gosta de visitar regularmente. Entre eles destacam-se a Serra do Gerês e a zona de Sajambre no Parque Nacional dos Picos da Europa. Desde 2021 co-organiza o Festival de Imagem de Natureza do Gerês – IRIS.
Desde criança, Michel deixou-se encantar pelas maravilhas da vida selvagem. Cada avistamento, seja de aves majestosas ou de mamíferos fascinantes, deu origem a uma enorme paixão. E foi, assim, em 2007 que captou a sua primeira fotografia, congelando para sempre o encontro com um chapim-de-poupa, enrolado nos ramos de um abeto do seu jardim. Este evento foi um verdadeiro catalisador, um apelo irresistível para explorar o mundo e captar emoções através das suas lentes. Desde então, Michel embarcou numa busca contínua pelo interior belga e por terras distantes, ansioso por imortalizar momentos especiais. Para ele, cada imagem é um momento de emoção captada, uma sinfonia de sentimentos que norteia a sua abordagem fotográfica. O seu objetivo é imortalizar a vida selvagem em todo o seu esplendor, em harmonia com a paisagem natural que a rodeia. Com uma sensibilidade artística inata e um profundo conhecimento da vida selvagem, cria imagens de uma beleza minuciosa.
Engenheira Biológica
Nélia Mano é natural de uma pequena aldeia do concelho de Figueiró Dos Vinhos, encontrando-se atualmente a residir em Cantanhede. Fez uma licenciatura em Engenharia Biológica e Mestrado em Biotecnologia Vegetal, em Coimbra. Sempre trabalhou na área de propagação de plantas, sendo que atualmente desenvolve a sua atividade profissional numa empresa de produção de plantas medicinais, em Cantanhede. No 7º ano inscreveu-se no clube de fotografia da sua escola e obteve o seu primeiro contacto com uma máquina reflex, ainda analógica, e também com o mundo da revelação de fotografia. A partir dessa altura, comprar uma reflex passou a ser um dos seus objetivos, algo que concretizou há cerca de 8 anos. A macrofotografia era o tipo de fotografia que mais a fascinava e foi precisamente com esse tipo de fotografia que teve as suas primeiras experiências, especialmente com plantas, insetos e cogumelos.
Biólogo Marinho
Nuno Vasco Rodrigues é biólogo marinho e mestre em Estudos Integrados dos Oceanos. É autor de dezenas de artigos científicos e vários livros sobre fauna marinha, nomeadamente o recentemente publicado ESPÉCIES MARINHAS DE PORTUGAL. Fotógrafo de conservação, contribuidor regular de publicações como a Oceanographic e a National Geographic Portugal, as suas fotos têm alcançado diversos prémios internacionais e foi considerado fotógrafo de conservação do ano de 2021 pela Ocean Geographic. Mergulhador certificado desde 2000, tem mais de 2000 horas debaixo de água em vários lugares do mundo, a maioria das quais a estudar e fotografar a vida marinha.
Ricardo Lourenço nasceu a 21 de Dezembro de 1982, na cidade de Portalegre, Portugal. Viveu toda a sua vida em contacto permanente com o meio natural e foi através dessa simbiose que foi construindo a sua perceção do mundo. Em 2007, pelo fascínio de querer conhecer "in loco" a vida selvagem que o rodeava e a crescente paixão pela fotografia, aliou estas duas áreas e começou por captar momentos usuais de vida selvagem. Fotografia após fotografia, começou a dar mais importância aos processos, metodologias e produtos resultantes do seu trabalho. O mundo das aves, principalmente, aguçou-lhe o apetite por imagens singulares de vida selvagem em Portugal. Através de publicações regulares na web e revistas de especialidade pretende conectar as pessoas ao mundo natural chamando a sua atenção para a beleza que a singularidade de uma imagem pode transmitir. Atualmente , utiliza principalmente a fotografia e o vídeo como ferramentas para dar corpo ao storytelling baseado em narrativas inspiradas no mundo natural. Ricardo Lourenço foi premiado em concursos nacionais e internacionais de fotografia de natureza (Cinclus, Asferico, FIO, IRIS, AMBID, GDT European Wildlife Photographer of the Year, Rewillding Portugal, etc..) é formador na área de fotografia e já foi orador em inúmeras conferências/festivais subordinados a temáticas tão abrangentes como a imagem enquanto arte, o poder da fotografia, a biodiversidade e os ecossistemas.
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